Em agendas pelo Estado, Virginia Mendes ouve relatos de quem foi atendido pelos programas sociais
Virginia Mendes é a idealizadora do Programa SER Família, reconhecido nacionalmente com dois prêmios.

Vânia Neves | Assessoria
Idealizadora do SER Família, reconhecido nacionalmente com dois prêmios, e Embaixadora Internacional do Parajiu-Jitsu, Virginia amplia agenda por Mato Grosso levando a experiência construída nas áreas social, da inclusão e do esporte.
As agendas que Virginia Mendes, ex-primeira-dama de Mato Grosso e pré-candidata a deputada federal, tem cumprido pelo Estado vêm sendo marcadas por relatos de pessoas que foram atendidas por programas desenvolvidos durante sua atuação voluntária no Governo de Mato Grosso.
Idealizadora do SER Família, Virginia participou da construção de políticas públicas que, ao longo dos últimos anos, somaram mais de R$ 1,17 bilhão em investimentos na área social, beneficiando milhares de famílias em Mato Grosso. O programa tornou-se referência nacional, conquistando dois importantes prêmios pelo impacto social e pelo alcance das ações voltadas à proteção de famílias em situação de vulnerabilidade.
Sua atuação também se estendeu à educação, à inclusão e ao esporte. Foi madrinha do programa Equoterapia, do projeto Autismo na Escola, embaixadora do MT no Mundo e madrinha do projeto Decolando, que selecionou estudantes da rede estadual para formação de pilotos. No cenário internacional, Virginia é Embaixadora Internacional do Parajiu-Jitsu, modalidade voltada à inclusão de pessoas com deficiência e que integra o movimento paralímpico, em processo de consolidação no caminho dos Jogos Paralímpicos.
Durante os encontros, moradores de diferentes regiões têm compartilhado experiências com os programas sociais e defendido que essa experiência seja levada para o debate nacional.
Entre esses relatos está o da educadora Francisca Navantino, conhecida como Chikinha Paresi, referência na educação indígena e madrinha dos povos indígenas. Com quase cinco décadas dedicadas à docência, ela afirma que conheceu o trabalho de Virginia por meio das ações sociais desenvolvidas no Estado.
“Eu conheci o trabalho dela por meio dos programas sociais. Estive com algumas mulheres que manifestaram toda a alegria e a satisfação de terem sido contempladas por esses programas. Em momentos de maior dificuldade, o programa chegou levando acolhimento e ajuda.”
Chikinha também lembra da atuação durante o período das queimadas em Mato Grosso.
“Por exemplo, no período das queimadas, quando muitas famílias indígenas perderam tudo, Virginia esteve presente por meio dessas ações e desses programas, oferecendo suporte às pessoas que mais precisavam.”
Para a educadora, a atenção dedicada às mulheres indígenas é um dos diferenciais da atuação de Virginia.
“Ela é nossa madrinha. Ela sempre diz que, quando vai pensar em diretrizes e ações, lembra das mulheres indígenas. Isso, para mim, faz toda a diferença. A gente nunca teve um Estado que pensasse em programas para atender e priorizar as mulheres indígenas e o social. Isso é muito difícil de encontrar. Para nós, ela se tornou uma referência.”
As manifestações ocorrem em um momento em que Virginia amplia sua participação no debate público e apresenta sua experiência nas áreas social, da inclusão, da educação, do esporte, da proteção às mulheres e da defesa dos povos indígenas como parte da trajetória que pretende levar para uma possível atuação no Congresso Nacional.










