Polícia identifica três suspeitos de participação em ataque a Confresa; veja
Dois deles morreram em confronto com as forças policiais e um foi preso; Polícia ainda faz buscas.

Kethlyn Moraes e Patrícia Sanches | RDNews
Dois suspeitos de participar do ataque em Confresa (MT) que foram mortos em confronto com as Forças Policiais foram identificados como Raul Yuri de Jesus Rodrigues, de 28 anos, e Rafael Ferreira Pinto, de 35 anos. Raul é natural de Diadema (SP) e Rafael, de Osasco (SP). Um outro suspeito foi preso na última terça (11). Ele foi identificado como Paulo Sérgio Alberto de Lima, de 33 anos, natural de Goioerê (PR).
A suspeita é de que os suspeitos pertençam à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Rafael já tinha passagens criminais e tinha um pedido de prisão em aberto por roubo. Paulo Sérgio também possui passagens criminais. Ainda não há confirmação se Raul havia cometido crimes anteriormente.

Os nomes foram confirmados ao pelo comandante-geral da Polícia Militar, Alexandre Mendes. Rafael morreu nessa quarta (12) em confronto com o Comando de Operações de Divisas (COD) da Polícia Militar de Goiás, na região de Cocalinho (TO), que segue cercada por forças policiais. Já Raul morreu segunda-feira (10) durante confronto em Canguçu, Tocantins, nas proximidades de Santa Terezinha.
Com os suspeitos foram apreendidos dois fuzis .50, um fuzil 7.62, 50 carregadores de fuzis, milhares de munições, oito coletes balísticos, três capacetes balísticos, materiais explosivos e detonadores, além de coturnos, luvas, joelheiras, cotoveleiras, balaclavas e mochilas.
Reprodução
Paulo Sérgio Alberto de Lima foi preso, suspeito de participar de ataque em Confresa no último domingo (09)
A operação conta com apoio das forças policiais dos Estados de Tocantins, Goiás e Pará. Cerca de 80 policiais do Bope, GOE, GCCO e Ciopaer de Mato Grosso compõem a operação.
De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública, César Augusto Roveri, a Sesp reforça que atua contra os criminosos desde o início da ação e não irá recuar até que todos sejam localizados e presos. “Porque o Governo tem tolerância zero contra o crime organizado”, disse.